Como uma porta aberta para o
infinito, assim é a nossa busca pelo conhecimento; sem fim. A educação é a
renovação, um aprendizado contínuo sem discriminação, aceitando o desafio do
novo, sabendo ouvir e tendo a liberdade de falar, dialogar, etc, saindo do
método da memorização dos fatos e entrando na capacidade de interpretação.
Paulo Freire diz em uma de suas
obras, que educar não é mera transferência de conhecimento, mas sim
conscientização e testemunho de vida, senão não terá eficácia. Tomo como
exemplo maior Jesus Cristo que em sua forma transformadora de ensinar, foi por
si só um modelo de vida e experiências.
Contudo, a interação entre
pessoas, sendo elas educadores ou educandos, que trocam idéias e experiências
num mesmo ambiente, construindo os seus conhecimentos segundo os estilos
individuais de aprendizagem.
Finalmente, o educador dispõe da
oportunidade de mudar, disciplinar, criar, reconstruir, enriquecer a vida de
seres humanos e por fim dizer aprender ao ensinar e vice-versa, e para que isso
ocorra deve haver um balanço entre autoridade e liberdade.
E para o psicopedagogo nada melhor que uma frase de Herman Hesse: "Nada posso lhe dar que já não exista em você mesmo.
Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens além daquele que há em sua própria
alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso a chave. Eu o
ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo."
Viviane Teixeira


